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	<title>Comentários sobre: O BRASIL QUE OS JOVENS NÃO CONHECEM.</title>
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	<description>soltando o verbo.</description>
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		<title>Por: MadaFoka</title>
		<link>http://www.madafoka.com.br/o-brasil-que-os-jovens-nao-conhecem/comment-page-1/#comment-139</link>
		<dc:creator>MadaFoka</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 13:10:26 +0000</pubDate>
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		<description>Verdade!
A gente fala discar.
E chama de Linha de celular.
Se é celular não tem linha, porra!
hehehe</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Verdade!<br />
A gente fala discar.<br />
E chama de Linha de celular.<br />
Se é celular não tem linha, porra!<br />
hehehe</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Tiro</title>
		<link>http://www.madafoka.com.br/o-brasil-que-os-jovens-nao-conhecem/comment-page-1/#comment-138</link>
		<dc:creator>Tiro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 12:41:16 +0000</pubDate>
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		<description>OPs, Só pra completar (sem trocadilho):

Até hoje é comum ver as pessoas com mais de 40 usarem a expressão:

&quot;Que número vc discou?&quot; 

Hahaha. Entrega a idade na hora...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>OPs, Só pra completar (sem trocadilho):</p>
<p>Até hoje é comum ver as pessoas com mais de 40 usarem a expressão:</p>
<p>&#8220;Que número vc discou?&#8221; </p>
<p>Hahaha. Entrega a idade na hora&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Tiro</title>
		<link>http://www.madafoka.com.br/o-brasil-que-os-jovens-nao-conhecem/comment-page-1/#comment-137</link>
		<dc:creator>Tiro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 12:38:36 +0000</pubDate>
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		<description>Lembro quando depois de muito tempo recebi minha carta para comprar o meu primeiro celular.

Perdi um dia inteiro de trabalho na cia telefônica e no final da tarde mandaram a gente voltar no dia seguinte porque haviam acabado os aparelhos...

O engraçado é que meu chefe nem reclamou. Parecia algo tipo ir doar sangue...todos se compadeciam dequele momento importante na vida do sujeito.

O celular era um Motorlola750-tijolão. Quem tinha grana depois trocava pelo moderníssimo e estiloso StarTac...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lembro quando depois de muito tempo recebi minha carta para comprar o meu primeiro celular.</p>
<p>Perdi um dia inteiro de trabalho na cia telefônica e no final da tarde mandaram a gente voltar no dia seguinte porque haviam acabado os aparelhos&#8230;</p>
<p>O engraçado é que meu chefe nem reclamou. Parecia algo tipo ir doar sangue&#8230;todos se compadeciam dequele momento importante na vida do sujeito.</p>
<p>O celular era um Motorlola750-tijolão. Quem tinha grana depois trocava pelo moderníssimo e estiloso StarTac&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Gabilan</title>
		<link>http://www.madafoka.com.br/o-brasil-que-os-jovens-nao-conhecem/comment-page-1/#comment-136</link>
		<dc:creator>Gabilan</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 14:57:36 +0000</pubDate>
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		<description>Falou tudo, Barão!

Lembro que o telefone de casa era 75-8590 (sim! apenas 6 dígitos na capital e lembro que eram 4 dígitos no interior, lá na casa da minha vó!) e a linha era comprada da Telesp (no caso de nós, paulistas).
Lembro do meu pai todo orgulhoso por ter um &quot;tijolar&quot; da Telesp Celular (e eu ter anos mais tarde um BCP). Celualr com chip??? Só se fosse acompanhado de um Cheetos!

Ainda me lembro de ir no mercado com a tabela de preços do Coronel Sarney para poder fazer o comparativo de preços e comprar onde era mais &quot;barato&quot; (ou melhor: menos caro!)...

E como me esqueceria da aventura que era para assistir um show do Arrigo Barnabé (isto vc lembra melhor que eu!) ou assistir uma peça de teatro com alunos da PUC?

Lembro de calcular tempo das músicas para montar aquela K-7 bala para escutar no meu StereoBoy, um concorrente barato do Sony Walkman (e com isto jamais me esqueço que uma fita K-7 de 60 pode receber quase 31 minutos de audio de cada lado e que na de 90 cabem 47 folgados).

Saudades? Sí, pero no mucho!
Ainda bem que somos capazes de viver o momento atual e estarmos preparados (ou pelo menos tentando) para o futuro. Ou seria presente/passado já?

Abraços eternos, Barão!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Falou tudo, Barão!</p>
<p>Lembro que o telefone de casa era 75-8590 (sim! apenas 6 dígitos na capital e lembro que eram 4 dígitos no interior, lá na casa da minha vó!) e a linha era comprada da Telesp (no caso de nós, paulistas).<br />
Lembro do meu pai todo orgulhoso por ter um &#8220;tijolar&#8221; da Telesp Celular (e eu ter anos mais tarde um BCP). Celualr com chip??? Só se fosse acompanhado de um Cheetos!</p>
<p>Ainda me lembro de ir no mercado com a tabela de preços do Coronel Sarney para poder fazer o comparativo de preços e comprar onde era mais &#8220;barato&#8221; (ou melhor: menos caro!)&#8230;</p>
<p>E como me esqueceria da aventura que era para assistir um show do Arrigo Barnabé (isto vc lembra melhor que eu!) ou assistir uma peça de teatro com alunos da PUC?</p>
<p>Lembro de calcular tempo das músicas para montar aquela K-7 bala para escutar no meu StereoBoy, um concorrente barato do Sony Walkman (e com isto jamais me esqueço que uma fita K-7 de 60 pode receber quase 31 minutos de audio de cada lado e que na de 90 cabem 47 folgados).</p>
<p>Saudades? Sí, pero no mucho!<br />
Ainda bem que somos capazes de viver o momento atual e estarmos preparados (ou pelo menos tentando) para o futuro. Ou seria presente/passado já?</p>
<p>Abraços eternos, Barão!</p>
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	<item>
		<title>Por: Carlos Gabriel Arpini</title>
		<link>http://www.madafoka.com.br/o-brasil-que-os-jovens-nao-conhecem/comment-page-1/#comment-135</link>
		<dc:creator>Carlos Gabriel Arpini</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 14:44:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.madafoka.com.br/?p=148#comment-135</guid>
		<description>Ótimo texto. Estou na casa dos 30 e realmente hoje não se tem a real dimensão do avanço tecnológico sofrido na última década. A (r)evolução não foi só no ramo da tecnologia pessoal mas também da alimentação (a hoje demonizada gordura-trans foi a salvação da indústria de alimentos), da medicina entre outras. Credito muito disso ao livre trânsito de informações. Abraços!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo texto. Estou na casa dos 30 e realmente hoje não se tem a real dimensão do avanço tecnológico sofrido na última década. A (r)evolução não foi só no ramo da tecnologia pessoal mas também da alimentação (a hoje demonizada gordura-trans foi a salvação da indústria de alimentos), da medicina entre outras. Credito muito disso ao livre trânsito de informações. Abraços!</p>
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	<item>
		<title>Por: Eduardo Masuda</title>
		<link>http://www.madafoka.com.br/o-brasil-que-os-jovens-nao-conhecem/comment-page-1/#comment-134</link>
		<dc:creator>Eduardo Masuda</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 14:27:21 +0000</pubDate>
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		<description>Pra solucionar e, principalmente, pra gerar problemas que não tinhamos antes do computador. :P</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pra solucionar e, principalmente, pra gerar problemas que não tinhamos antes do computador. <img src='http://www.madafoka.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
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	<item>
		<title>Por: MadaFoka</title>
		<link>http://www.madafoka.com.br/o-brasil-que-os-jovens-nao-conhecem/comment-page-1/#comment-133</link>
		<dc:creator>MadaFoka</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 14:24:40 +0000</pubDate>
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		<description>Ou seja: A informática veio para solucionar problemas que não tínhamos antes do computador. Hehehe.
Boa analise, Edu.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ou seja: A informática veio para solucionar problemas que não tínhamos antes do computador. Hehehe.<br />
Boa analise, Edu.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Eduardo Masuda</title>
		<link>http://www.madafoka.com.br/o-brasil-que-os-jovens-nao-conhecem/comment-page-1/#comment-132</link>
		<dc:creator>Eduardo Masuda</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 14:14:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.madafoka.com.br/?p=148#comment-132</guid>
		<description>Estou beirando meus trinta anos e participei de quase todas as evoluções descritas neste texto (exceto pela censura). Lembro do luxo de ter uma linha telefônica (que acho que era pela telebrás, não embratel) comprando ações da estatal que custavam o olho da cara. Lembro da mudança das moedas com cortes nos zeros (sempre mais do mesmo). Cruzado, cruzeiro, cruzeiro real... A famosa URV que eu ainda não sei porque existiu (serviu pra gente treinar cálculos de multiplicação :P).

Lembro também do primeiro celular do meu pai, que era pesadão e que precisava de duas baterias para aguentar o dia todo. Lembro das BBS e do boom da internet no começo dos anos 90. Olho pra trás e sinto falta do tempo de criança... Mas só também.

Hoje vivemos em um tempo diferente com necessidades são diferente. Vivemos no imediatismo, nos acontecimentos que viram notícias em tempo real. Vivemos no comércio sem fronteiras e que está a apenas um clique de distância. Por viver hoje inserido nesse meio, eu reclamo sim da pane da internet, telefonia porque precisamos dela. A criação de novas tecnologias nos leva a ter necessidades e problemas que não tínhamos antigamente. Antigamente os problemas eram outros... as pessoas sempre serão insatisfeitas por natureza.

Não ter uma linha telefônica (ou dar um olho pra ter uma) era ruim sim. A privatização trouxe sim a facilidade e a diminuição do preço na obtenção do serviço. Mas a popularização não foi acompanhada do aumento de investimento na infra-estrutura das mesmas. Privatizar foi bom sim. Pagar pelo serviço de telefonia e internet e não ter é como ficar um dia inteiro sem luz e sem água. Tornaram-se necessidade básica. Vivemos em um mundo diferente e precisamos acompanhar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estou beirando meus trinta anos e participei de quase todas as evoluções descritas neste texto (exceto pela censura). Lembro do luxo de ter uma linha telefônica (que acho que era pela telebrás, não embratel) comprando ações da estatal que custavam o olho da cara. Lembro da mudança das moedas com cortes nos zeros (sempre mais do mesmo). Cruzado, cruzeiro, cruzeiro real&#8230; A famosa URV que eu ainda não sei porque existiu (serviu pra gente treinar cálculos de multiplicação <img src='http://www.madafoka.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> ).</p>
<p>Lembro também do primeiro celular do meu pai, que era pesadão e que precisava de duas baterias para aguentar o dia todo. Lembro das BBS e do boom da internet no começo dos anos 90. Olho pra trás e sinto falta do tempo de criança&#8230; Mas só também.</p>
<p>Hoje vivemos em um tempo diferente com necessidades são diferente. Vivemos no imediatismo, nos acontecimentos que viram notícias em tempo real. Vivemos no comércio sem fronteiras e que está a apenas um clique de distância. Por viver hoje inserido nesse meio, eu reclamo sim da pane da internet, telefonia porque precisamos dela. A criação de novas tecnologias nos leva a ter necessidades e problemas que não tínhamos antigamente. Antigamente os problemas eram outros&#8230; as pessoas sempre serão insatisfeitas por natureza.</p>
<p>Não ter uma linha telefônica (ou dar um olho pra ter uma) era ruim sim. A privatização trouxe sim a facilidade e a diminuição do preço na obtenção do serviço. Mas a popularização não foi acompanhada do aumento de investimento na infra-estrutura das mesmas. Privatizar foi bom sim. Pagar pelo serviço de telefonia e internet e não ter é como ficar um dia inteiro sem luz e sem água. Tornaram-se necessidade básica. Vivemos em um mundo diferente e precisamos acompanhar.</p>
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